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No tempo em que as pessoas escreviam com caneta de pena, havia um apetrecho chamado mata-borrão. Servia para absorver a tinta em excesso e não borrar o papel.

Com as esferográficas, o produto sumiu das prateleiras. Hoje poucos sabem sequer que existiu.

No entanto, há hotéis que ainda insistem em se comportar como se estivessem nos

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tempos do mata-borrão. Por isto correm o risco de ter o mesmo fim. Saudosismo ou teimosia, tornou-se impossível sobreviver só de reservas por telefone ou através das agências de viagens físicas, aquelas de cimento e tijolo.

Ignorar a existência da web e das agências de viagens online (as OTAs) virou sinônimo de suicídio comercial. Pesquisa da Mapie confirma que os brasileiros cada vez usam a web antes de reservar um hotel. Visitam até três sites, inclusive os de avaliação tipo Trip Advisor. Quase 23% dos viajantes a negócios e 47% a lazer compram pelo site do hotel. Já as agências online devoram 21% das reservas – um número que não para de crescer. 

Como o hoteleiro encontra um ponto de equilíbrio entre mais reservas e lucratividade – já que a comissão de algumas OTAs chega a 50%? Começa por criar uma matriz com doses corretas e que contemple todos os canais de venda ao mesmo tempo. 

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