PESADELO A BORDO - poltronas desconfortáveis, sem espaço e superpopuladas tornam a viagem aérea aventura de risco.
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No passado, viajar de avião já foi sinônimo de refinamento, sofisticação e glamour. Hoje, a descrição soa como conto de fadas. Embarcar nas classes econômicas, em espaços cada vez mais apertados, faz passageiros se sentirem como sardinhas em lata. Mas o que é ruim sempre pode ficar pior. Há coisas irritantes em um voo, quase  sempre devido ao mau comportamento dos passageiros.

Uma pesquisa da Expedia identificou as coisas mais irritantes em um voo. Na categoria “passageiros sem-noção”, levaram os primeiros lugares chutadores de assento, descalços e tagarelas.

AS MAIORES “ROUBADAS”

Fizemos aqui uma compilação de 15 principais queixas dos viajantes de avião (mas há muito mais reclamações, acredite!). Eis os resultados:

Chutes em poltrona – campeão global absoluto, ninguém aguenta pontapés, puxadas ou esbarrões na poltrona dadas por um passageiro desalmado sentado atrás. Quando se trata de criança ou adolescente, um olhar bravo costuma resolver. Mas se for marmanjão folgado e cara brava, é melhor pensar duas vezes antes de botar a boca no trombone.

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Pés descalços – não há explicação para tanta gente tirar sapatos e até meias durante um voo como se estivesse em casa. Isto parece que virou esporte em várias regiões do planeta. Mais grave ainda, para desespero do passageiro à frente, é colocar os pés sobre o seu encosto da poltrona ou encaixá-los entre as fileiras dianteiras.

QUEM VIAJA COMIGO? Não há garantia que o passageiro ao lado será limpo e asseado.

Malcheirosos – passar horas ao lado de alguém que desconhece o valor de um banho, uso de desodorante ou sem qualquer preocupação com asseio é uma evolução da tortura adaptada à era do espaço. E o que dizer de um companheiro de fileira que corta unhas ou palita dentes?

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Guerra ao silêncio – Estudos indicam que 70% dos passageiros preferem paz consigo ou dormir do que conversa solta com vizinho de poltrona. A maioria morre de medo de topar com companheiro de voo falante, ruidoso ou irreverente.

Espaçosos – com assentos apertados que quase não reclinam, muita gente não cabe neles. Egoístas se apoderam do braço da poltrona com os cotovelos e até avançam sobre espaços vizinhos. O caso mais dramático é do “poltronista” do meio, que mal consegue respirar.

Banheiros sujos – Tem gente que, após o uso, deixa os lavatórios em petição de miséria. Às vezes é preciso fechar os olhos e o nariz. E torcer para não escorregar no piso molhado, herança de gente sem educação.

E TEM MAIS…

Bagagem sem fim – com a cobrança de bagagem despachada nunca os compartimentos acima das poltronas andaram tão abarrotados. Pior que ocupar toda a área com volumes excessivos é forçar espaço sobre pertences por vezes frágeis dos demais passageiros.

Roncos retumbantes – Dormir em avião em espaço tão restrito já é desafiante. Mas pior é compartilhar a área com um roncador profissional, destes que é capaz até de babar sobre o seu ombro.

VULCÃO HUMANO – ninguém merece voar espremido com roncador que emite ruídos acima de qualquer decibel decente.

Mastigador obsessivo – nada pior que vizinho de poltrona que não para de mastigar salgadinhos crocantes durante o voo. E ainda por cima de boca aberta. Além do trauma e rastro de migalhas, estes ruminantes humanos deixam como saldo um cheiro enjoativo de alimento que desembarca com você.

Bebê chorão – precisa dizer algo mais? Ninguém tem culpa, mas há crianças mimadas que abusam do berreiro. Constrangidos, passageiros fazem cara de paisagem, mas se comem de raiva por dentro.

Palmas idiotas – Tem coisa mais pateta que aplausos quando o avião aterrissa? Pela lógica, seria o caso de bater palmas também quando o ônibus que transfere passageiros do avião chega ao terminal.

Instintos primitivos – o que dizer de quem, mal o avião aterrissa, já se levanta pé, antes da autorização de desafivelar cintos? Como estouro de boiada, são os mesmos apressadinhos que forçam passagem para desembarcar na frente de todos.

Castigo visual – já viajou perto de alguém que balança a perna compulsivamente durante todo o voo? Ou com algum tique nervoso, ou psicose que chega a dar medo?

Visitas ao banheiro – O que é melhor em voos de longo curso, janela ou corredor? Quem vai de janela precisa incomodar toda a sua fileira para sair. No corredor, é o contrário: é vítima de travessias contínuas provocadas pela mãe-natureza.

RESFRIADO ANUNCIADO – O espirro do passageiro ao lado avisa que o virus desembarca junto com você

Resfriados – O que fazer com vizinhos com tosse, espirros, e que assoa o nariz sem cessar? Impossível não associar a uma generosa distribuição de germes aos colegas, do começo ao fim da jornada.

CULPA COMPARTILHADA

Não são só as companhias aéreas, mas pessoas também contribuem para transformar o céu em inferno numa viagem de avião. Como é impossível prever quem vai voar ao seu lado, só resta um caminho: apostar na sorte!

QUEM CHORA MAIS? – O bebê da poltrona ao lado ou o passageiro depois de horas de tortura a bordo?
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