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Até o mais distraído dos consumidores já sabe que o mundo digital não é mais o mesmo desde que surgiu o aplicativo móvel. Popularizado a partir de 2008, é mais conhecido pelo carinhoso apelido de app. Um nome que, passados dois anos, ganhou tanta popularidade nos Estados Unidos, que recebeu da American Dialect Society o título de “Palavra do Ano”.

Remédio digital para os males da vida moderna, ninguém que atua no mundo conectado vive bem sem seu app. Pré-instalado de fábrica, ou baixado em loja virtual, é neto do antigo software. Só que nasceu sob medida para os dispositivos eletrônicos móveis como o telefone celular ou o smartphone.
E hoje eles já ultrapassam no mundo
a barreira das 7 bilhões de unidades,  de 280 milhões deles no Brasil. 

As aplicações móveis iniciaram a carreira como ferramentas de suporte à produtividade ou para a gestão de informações, como e-mail, agenda, contatos, condições do tempo. Com o tempo a sua presença se estendeu a outras categorias, como jogos, GPS, compras, redes sociais, pagamentos online, acompanhamento de condições de saúde e bem-estar. Desde então, continuam a se abrir funcionalidades em infinitos campos, da telemedicina à economia compartilhada, da internet das coisas aos serviços para cidades inteligentes. 

À medida em que a tecnologia sofistica a sua capacidade de captar informações  sobre o comportamento do consumidor, liberar novas forças irresistíveis que produzem imenso impacto nos negócios. Entre outras reivindicações, o usuário agora exige mais inovações, quer ser tratado de forma personalizada, tornou-se imediatista e impaciente diante do atendimento lento ou de má qualidade. Diante da crescente utilização dos apps, o consumidor ganhou poder de barganha. Do ponto de vista das empresas, ele se tornou um bicho novo, desconhecido e quase indomável do zoológico.

Apesar da grande importancia estratégica para os negócios, pouco se sabe sobre o uso dos aplicativos pelos brasileiros. Uma luz no final do túnel acaba de surgir com pesquisa encomenda pela PayPal à Big Data Corp. “Os aplicativos são um mercado fértil para startups e desenvolvedores, e queremos nos posicionar como parceiros e fonte de informação para empresas nascentes na web”, explica Paula Paschoal, diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios da empresa.

O estudo indica, por exemplo que em relação às categorias de maior sucesso, os jogos abocanham 18% de todos os apps.  São seguidos pelos aplicativos educacionais (9%) e ferramentas de produtividade (7%), como e-mails e editores de texto.

Outra revelação: 87% dos apps são gratuitos. “O preço pode se tornar barreira ao engajamento”, explica Thoran Rodrigues, responsável pela pesquisa. Para ele, a melhor estratégia para manter o app ativo é promover a sua atualização pelo menos trimestral, pois depois de um ano é percebido como abandonado.

O estudo traz uma péssima notícia para empresas que acreditam que basta criar seu aplicativo para o assunto se resolver. Ledo engano. É preciso bem mais que isto para se destacar neste universo superdinâmico. A prova é que cerca de 60% dos 3 milhões de apps não conseguem chegar nem a mil usuários. Pior que isto: apenas 2% dos apps alcançam mais de um milhão de downloads.   

A Big Data identificou com exclusividade os aplicativos mais baixados no Brasil:

1. Facebook

2. WhatsApp

3. Facebook Messenger

4. YouTube

5. GMail

6. Google Maps

7. Instagram

8. Skype

9. Twitter

10. Netflix

 Embora não listados no grupo acima, mas campeões em sua categoria, estão o Spotify (música), Google Calendar (produtividade), Candy Crush (jogos) e TripAdvisor (turismo).

Por serem muito recentes no mercado brasileiro, os pagamentos eletrônicos não são contemplados como categoria na pesquisa. Mas a julgar pelo crescimento explosivo no mundo e a presença crescente no mercado brasileiro, a PayPal, embora no país há apenas quatro anos, tende a ocupar posição privilegiadatende a ocupar posição privilegiada, com 169 milhões de contas em 203 mercados. Só o seu aplicativo promoveu no ano passado um bilhão de transações.

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